domingo, 24 de fevereiro de 2013

Queremos Energia Elétrica Ininterrupta, dá Pra Ser?

Delírios de Mim Mesma.



Boa noite minha gente! Segundo meu quadro de horários, elaborado especialmente para que minha mente infantil se comporte e faça coisas úteis para minha vida, no domingo tenho um espaço reservado para os meus delírios, então eis-me aqui, delirando e delirando.

Meu delírio de hoje não será muito diferente dos últimos, o que quer dizer que não vou falar de sentimentos nobres e gentis, mas de uma enorme necessidade cada vez menos suprida para nós acrianos.

Há meses, e porque não dizer anos, temos sofrido com o descaso de nossos representantes para que se resolva a problemática das constantes quedas de energia elétrica no estado do Acre.

Me irrito quando ouço algum representante dizer que está tudo sob controle e que logo, logo esse "pequeno transtorno" nos elevará a "feliz condição de agraciados pela invenção da energia elétrica ininterrupta". E me irrito ainda mais por que vejo os dias se somarem a meses e continuar tudo na mesma.

Hoje mesmo passamos a manhã sem energia elétrica, então imaginem que meu humor não estava muito bom para um domingo. 

Em uma conversa com um comerciante local, ouvi que sua padaria está sendo obrigada a não manter mais sua rotina aos domingos, devido às últimas quedas de energia terem se estendido das 6 horas da manhã ao meio dia nos últimos cinco domingos.

Como se isso já não fosse um problema, o nosso comércio também tem sido afetado  durante a semana, já que pelo menos três dias são destinados ao toque de recolher da Sra. Eletroseiláquem. 

E sabe o que é mais engraçado? O valor da minha tarifa continua subindo... Eu esperava que ela baixasse com toda essa falta de fornecimento de energia, e com a tal redução da Dilminha, mas não, ela continua subindo!!! Dá pra acreditar?

Findo dizendo que uso desse meu espaço para protestar, mas que tão breve quanto possível engrossarei a massa que se formar para agir junto à Promotoria de Defesa do Consumidor, já que temos que viver à sombra da inércia de quem deveria fazer algo e nada faz.


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